Mãe espera enterrar o bebé à nascença, mas o médico regressa à sala de parto perplexo

A terceira gravidez de Lisa Straits começou bem e normalmente. O seu bebé Jackson, ainda por nascer, foi fotografado a fazer o sinal de “fixe” no ultrassom inicial, mas a sua equipa médica no Hospital Infantil Akron, em Ohio, reparou rapidamente que Jackson tinha um ritmo cardíaco particularmente rápido, juntamente com uma acumulação de líquido dentro dos seus pulmões e pele.

Enquanto ele ainda estava dentro do útero, o seu corpo inchou e ele mal conseguia respirar. Os médicos perceberam que ele estava a sofrer de uma combinação potencialmente fatal de hidropsia fetal e fibrilação atrial – um dos casos médicos mais complexos que os pediatras já viram.

John Clark e Chandrakant Patel, dois médicos, estavam determinados a manter Jackson vivo no ventre da sua mãe por mais um mês enquanto administravam medicamentos no útero. Com o passar do tempo, Lisa perdeu a fé de que Jackson sobreviveria, enquanto o seu marido Robert se voltou para Deus em busca de esperança.

Incrivelmente, Jackson chegou às 32 semanas e quando nasceu, saiu a chorar. Os médicos tiveram que dar um choque ao seu coração para obter um ritmo normal, mas dias depois do seu nascimento, a sua condição tornou-se crítica e o seu ritmo cardíaco disparou mais uma vez. A única maneira de salvar Jackson era arriscar tudo ao dar choques ao pequeno coração pela segunda vez…

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