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As mães irritam-se mais com os filhos que são mais parecidos com elas – é como se falassem com o espelho!

Nem sempre as relações das mães com os seus filhos são fáceis. Ninguém nasce a saber ser pai, nem tão pouco vem a encontrar um manual de instruções para tal.

Tudo vem da própria experiência, atitude e personalidade. Nenhuma fórmula mágica impedirá uma mãe de cometer erros e isso vale também para os filhos. Eles vão errar bastante, mas devemos deixá-los aprender com isso ou nunca conseguirão desenvolver-se.

Contudo, isso não significa que não devemos preocupar-nos com eles – apenas não podemos impedi-los de passar por experiências que também tivemos no passado e que, pelo menos para nós, não correram bem.. Podemos tentar falar sobre isso, mas no fim devemos deixá-los seguir o seu caminho. Não podemos irritar-nos tanto ao ver os nossos próprios erros repetidos pelos nossos filhos.

Segundo vários psicólogos, os pais – especialmente as mães – irritam-se particularmente quando revêm os seus erros, refletidos no comportamento dos seus filhos. Muitas caem no erro de tentar proibir ou afastar os filhos de um caminho no qual não tiveram sucesso, mas na verdade, proibir sem tentar compreender é contraproducente.

Para saber lidar com uma criança e as suas escolhas, precisamos de saber como encontrar o equilíbrio certo: nem sempre é podemos impor a nossa vontado. É preciso aprender que, às vezes, temos de nos afastar, mesmo que isso vá contra os nossos próprios desejos.

Os filhos que discutem com o pai ou mãe mais frequentemente são precisamente os mais parecidos com os seus pais.

De acordo com a psicóloga Marta Segrelles, são os pais que reconhecem nas atitudes dos filhos o mesmo comportamento de que eles se arrependem. Um dos motivos para tal é que, desde a infância, a criança reproduz aquilo que vê e sente tanto dentro de casa como fora. Muitas vezes, os filhos inconscientemente assimilam a maneira de ser dos pais e imitam-na.

Para o bem de todos, o melhor a fazer é aceitar essas atitudes como parte de nós e tentar gerir as situações mais tensas de forma inteligente, evitando confrontos constantes, para que seja possível chegar a um consenso rapidamente.

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