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Após dois anos encarcerado, polvo planeou uma fuga épica

Geralmente, não achamos que os animais que se encontram dentro de um aquário possuam grande inteligência ou capacidade de raciocinar, pois é difícil avaliar o seu nível de perceção uma vez que não interagem muito com os humanos.

Contudo, eles conseguem ser muito mais inteligentes do que esperamos, tal como concluíram os funcionários de um aquário da Nova Zelândia.

Inky, um polvo resgatado ferido por uma organização em 2014, foi trazido para o aquário nacional da Nova Zelândia para que tratassem dele, mas depois de recuperar, Inky nunca pareceu muito contente com a nova residência.

“Ele está a acostumar-se, mas os funcionários precisam sempre de mantê-lo entretido, ou ele fica entediado”, conta o responsável do aquário.

Aparentemente, Inky só estava à espera de uma oportunidade. Foram precisos dois anos, mas numa manhã, após os funcionários chegarem para o trabalho, ele tinha desaparecido, sem sequer esconder os rastos.

Através das marcas deixadas por Inky, foi possível perceber o que tinha acontecido e reconstruir a fuga. Na noite anterior, um funcionário tinha-se esquecido de fechar completamente a tampa do tanque, e o polvo esperou que todos fossem embora para abandonar o espaço.

Ninguém sabe como, mas ele conseguir encontrar o tubo exato que vai dar ao mar, tendo-se espremido no cano para escapar.

Mesmo tendo uma cabeça grande, isso não o impediu, pois os corpos dos polvos são incrivelmente flexíveis.

Assim, Inky conseguiu, de facto, voltar ao oceano, a sua verdadeira casa.

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