Aeroporto inteiro felicita soldado a assistir ao nascimento da filha por FaceTime

Haley Lindsey, a mulher do soldado Brooks, passou maior parte da gravidez sozinha. Ela achava que iam mandá-lo para casa no último mês da gravidez, mas isso não se verificou pois é bastante difícil para os militares obter licença para assistir aos partos a menos que a mulher estivesse em perigo.

“Ficámos muito chateados com isso, porque eu não estava a ter problemas com a gravidez a não ser um pouco de pressão alta”, conta Haley.

Contudo, Haley acabou por receber uma chamada do médico a informar que a sua pressão estava demasiado alta e ela tinha pré-eclampsia, o que deixava o bebé em situação de risco, pelo que tiveram de induzir rapidamente o parto.

Então, Haley avisou Brooks de imediato, e este reservou logo um voo, mas infelizmente só tinha conseguido para as 10 da manhã do dia seguinte e não ia poder ver o nascimento do filho.

Quando o voo estava previsto, Haley começou a dar à luz, mas felizmente este atrasou-se e Brooks pôde assistir ao parto por FaceTime!

“A minha sogra ligou secretamente ao Brooks, e pôs o telemóvel na frente da blusa. Quando comecei a empurrar, o médico perguntou o que é que ela estava a fazer. Ela mostrou o rosto de Brooks no ecrã e o doutor percebeu o que estava a acontecer”, conta Haley.

Surpreendentemente, o médico disse-lhe para tirar o telemóvel da blusa e mostrar o parto ao militar.

“O Brooks estava a dizer-me que ia correr tudo bem. Eu podia ouvir as pessoas no aeroporto a conversar e aplaudir! Em seguida, ele disse que estavam a fazer fila e que tinha de ir… tudo o que me lembro foi de ouvir o médico gritar: não deixe que ele embarque no voo, ela está aqui, ela está aqui!”, continua Haley.

Emocionada, a equipa do aeroporto deixou o soldado sentar-se e ver o parto até ao final. “Quando acabou, ele desligou o telemóvel, apanhou o avião e aterrou no aeroporto de Jackson às 19h. A Millie nasceu às 17h23”, diz Haley.

Durante o parto, Brooks tirou algumas fotografias da sua reação, e quando viu a bebé pela primeira vez, não conseguiu dominar as emoções.

“Ele pegou nela e segurou-a durante cinco minutos, sempre a dizer: wow, não posso acreditar que tivemos um bebé. Mas o tempo todo eu já estava com medo de ele ir embora 4 dias depois”, desabafou Haley.

Em conversa com a mulher, o militar teve de lhe contar sobre todo o carinho que tinha recebido no aeroporto. “Ele contou-me sobre as pessoas do seu voo a assistir e a torcer. Tivemos pessoas aleatórias a trazer presentes para os nossos quartos e enfermeiras a entrar e agradecer a Brooks pelo seu serviço. Foi um momento comovente e emocional cheio de apoio!”, lembra a mulher do soldado.

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