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Não informe o outro para além do que ele precisa de saber

Normalmente, quando estamos muito felizes ou muito tristes, temos tendência para falar muito sobre nós e a nossa vida, e sem nos apercebermos acabamos por contar a quem nos ouve mais do que a pessoa precisa de saber.

Devemos lembrar-nos que nem tudo precisa de ser dito aos outros. Não é prudente contar às pessoas aquilo pelo que os nossos filhos, maridos ou outros familiares ou amigos estão a passar, os nossos problemas íntimos, monetários ou de saúde.

Só devemos confidenciar esse tipo de coisas quando absolutamente necessário, se precisarmos de desabafar, e em quem tenhamos 100% de confiança que só nos quer ajudar.

Hoje em dia, a maior parte das pessoas adora saber da vida dos outros para depois usar as informações com maldade e contar fofocas.

É realmente assustador a facilidade com que algumas pessoas expõem a própria vida. Quase todos conhecemos alguém assim, que partilha pormenores privados e delicados da sua vida como se nada fosse.

Naturalmente, não devemos fechar-nos em copas nem sofrer sempre em silêncio, mas é aconselhável estabelecer limites sobre o que falar e com quem.

É preciso ter algum cuidado, pois nem toda a gente que diz preocupar-se se preocupa de verdade, e as consequências de expormos os nossos problemas às pessoas erradas podem ser muito piores do que guardar algo para nós.

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