Mulher com cancro terminal a quem foram dados três meses de vida salva-se milagrosamente após terapia inovadora

No ano de 2013, 10 anos após fazer uma mastectomia, Judy Perkins foi diagnosticada com cancro no estágio quatro, que infelizmente se espalhou por todo o corpo.

Apesar de ter feito quimioterapia e tratamentos hormonais, o cancro não regrediu, e no espaço de dois anos, chegou ao peito e ao fígado.

“Eu percebi que ia morrer e era aí que estava a minha mente. Eu senti-me mal pela minha família, mas fiquei grata pela vida que tive”, conta Judy.

Judy aceitou que estava no final da sua vida, mas ainda assim resolveu procurar um tratamento experimental, do Dr. Steven Rosenburg.

O especialista em imunologia trabalha com o Centro Nacional para Pesquisa do Cancro do Instituto Nacional do Cancro, na teoria de que o sistema imunitário de um paciente pode ser aprimorado para combater melhor as células cancerígenas.

“O corpo tem centenas de biliões de linfócitos e em algum lugar no corpo de um paciente com cancro há linfócitos, supomos, que poderiam reconhecer o que era diferente sobre o cancro. Foi essa hipótese, esse sonho, que nos levou a tentar identificar as células que estavam a atacar o cancro e usá-las para desenvolver um tratamento contra ele”, explica o Dr. Rosenburg.

O especialista, que conduziu muitos ensaios clínicos, descobriu que uma célula específica, a célula T, é eficaz no combate de determinadas células cancerígenas, desde que não fosse superada em número.

Tendo isso em conta, o Dr. Rosenburg procedeu à extração das células T de pacientes com cancro e a multiplica-las, transformando-as em exércitos de células de combate ao cancro, para então as induzir no sistema do paciente.

Este foi o tratamento feito pelo especialista a Judy, que em pouco tempo, começou a sentir grandes diferenças.

“Eu acho que fazem 10 dias desde que me induziram as células, e já posso sentir o tumor a começar a ficar macio. Eu pensei: possa, isto está realmente a funcionar”, conta Judy.

Atualmente, dois anos e meio após o tratamento, Judy encontra-se livre de cancro. O Dr. Rosenburg acredita que o tratamento ainda está a funcionar dentro de Judy!

“A circular no corpo dela há um grande número de células que lhe administrámos há dois anos e meio. Este é apenas um tratamento necessário porque as células estão vivas. Elas fazem parte de Judy. São Judy Perkins”, diz o especialista.

Apesar de este tipo de imunoterapia ainda ser bastante precoce, não há duvidas que pode constituir uma inovação chave na luta contra uma das piores doenças da humanidade.

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