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Mãe trabalha com o bebé no gabinete após o fim da licença de maternidade

Todas as mulheres precisam de conselhos durante a gravidez, e todas as mães são rápidas a oferecê-los. Desde consultas médicas a dietas e tudo mais, alguém vai dizer-lhe o que fazer, mas não se fala muito do que acontece depois da licença de maternidade.

Mais do que lidar com o facto de ter de deixar o seu bebé com um estranho numa questão de semanas, você precisa de conhecer essa pessoa. Emily Reed, uma jovem mãe residente em Washington, ficou aterrorizada com o pensamento de encontrar alguém que prestasse cuidados de qualidade – e também arranjar forma de pagar pelos serviços.

“Fiquei stressada com o custo dos cuidados infantis e a ideia de um estranho a cuidar do meu bebé, desde a altura em que provavelmente ia ainda nas 12 semanas de gravidez. Era uma nuvem negra iminente na nossa casa por causa do custo, mas o que nem eu nem o meu marido pensámos era se havia disponibilidade para cuidado de crianças na nossa região. (As pessoas deviam alertar para planearmos isso durante a gravidez, em vez de todos os outros conselhos não solicitados, mas pronto!)

Emily sempre planeou voltar ao trabalho, mas começou a considerar ser doméstica, porque seria mais fácil. Então, ela começou a pensar em não trabalhar, em não voltar ao trabalho de que gostava e em não ter aquele rendimento para ajudar a sustentar a sua família.

“Depois de meses a sentir-me inquieta no trabalho, finalmente expressei a minha ansiedade à minha gerente. A primeira resposta dela? “Traga-a consigo uando voltar! Podemos ter um bebé no escritório!”. Foi inacreditável. Ela não podia estar a falar a sério! Mas ela e quase todos do escritório ficaram tão animados, solidários e prontos para adicionar o bebé à equipa!”, conta Emily.

E foi exatamente isso que ela fez – depois de o bebé nascer, Emily passou 6 semanas de licença de maternidade em casa e depois preparou-se para voltar ao trabalho. O marido ficou a tomar conta do bebé no primeiro dia de regresso ao trabalho de Emily, apenas para que ela pudesse ajustar-se, e a partir daí ela levou-o consigo todos os dias. Cada dia consistia em levar o bebé e a bolsa de fraldas, fazendo o máximo de trabalho possível antes da hora sesta, e os colegas de trabalho davam uma mãozinha durante os intervalos para ir à casa de banho ou algo do género. O nível de apoio disponibilizado por todos foi incrível.

Houve algumas desvantagens, como chamadas por atender, a não ida a reuniões e a amamentação – mas a paz de espírito de ter o seu bebé consigo e não com um desconhecido fez com que tudo valesse a pena para Emily.

Passado alguns meses, as coisas começaram a mudar. Emily começou a trabalhar a partir de casa e conseguiu que o pai ficasse com o bebé alguns dias por semana para poder organizar-se e acompanhar o que acontecia no trabalho.

Emily e o marido também conseguiram entrar na lista de espera para uma creche recomendada durante esse período e o bebé teve vaga mais cedo do que pensavam. Agora, a rotina deles consiste em levar o bebé para a creche e trabalhar normalmente.

Isso estabeleceu um padrão para outras empresas cujas funcionárias venham a estar numa situação semelhante à de Emily, mostrando que um ambiente de trabalho acolhedor e solidário pode realmente fazer a diferença na lealdade dos funcionários.

Esperamos ver mais histórias como a de Emily no futuro.

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