Curiosidades

Itália já tem pessoas nas ruas, com restaurantes, museus e bares abertos

À medida que muitos países europeus voltam a endurecer as restrições da COVID-19, a Itália começa a flexibilizá-las.

A Itália tem um sistema de três níveis para medir o risco de contágio pelo Coronavírus e as respetivas precauções a tomar: o vermelho (mais grave), o laranja e o amarelo (menos grave).

Algumas regiões, como Roma e Veneza, passaram de zonas laranja para zonas amarelas, de “menor risco”.

Assim, esta semana a Itália deu início a um ligeiro retorno à normalidade esta semana, depois de uma quarentena que começou antes do Natal.

Os cafés, museus e bares reabriram para os clientes, embora com precauções ainda em vigor. A maioria das regiões italianas mudou para as precauções “amarelas” na manhã de segunda-feira da semana passada, e os moradores estão muito felizes por estar de volta em locais públicos depois de meses de bloqueios rígidos.

“Mal podíamos esperar. Na primeira manhã vim com o meu pai beber um cappuccino, sentados numa mesa, do lado de fora. Foi uma sensação incrível”, disse um dos moradores.

Entretanto, atrações como o Coliseu e o Fórum Romano também estão abertas. Apesar disso, as restrições de viagens permanecem em vigor em toda a Itália.

As viagens inter-regionais ainda estão restritas, mas há maior liberdade para viajar dentro das regiões amarelas.

As máscaras continuam a ser obrigatórias nos transportes e locais públicos. O país italiano conseguiu evitar os graves surtos pós-Natal em casos COVID-19 vistos no Reino Unido e outras partes da Europa, proibindo viagens entre regiões para encontros familiares.

Ainda assim, a Itália não conquistou completamente a pandemia, e tem uma média de 12.000 a 15.000 novos casos confirmados e 300 a 600 mortes associadas ao COVID-19 por dia.

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