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Cinco rapazes observam menino com deficiência a ser vítima de bullying e intervêm para o ajudar

O bullying na escola é algo com o qual milhares de crianças têm de lidar, e pode assumir diversas formas: emocional, físico, online, entre outras.

Para este menino, essa era a sua experiência quotidiana na escola – ser incansavelmente intimidado e ter poucos amigos. Na verdade, ele nem saía para brincar durante o recreio.

O nome do pequeno é James Willmert, e ele já estava a lutar com uma série de problemas para além do bullying.

Infelizmente o seu pai morreu num acidente quando ele tinha 6 anos de idade, e depois disso James foi diagnosticado com dificuldades de aprendizagem. Ele estava com dificuldades na escola, tanto na sala de aula quanto fora dela. A vida na Franklin Elementary School em Mankato, Minnesota, não estava de todo a correr-lhe bem.

Mas então, um grupo de meninos interveio e mudou a sua vida. Jack Pemble, Jake Burgess, Gus Gartzke, Tyler Jones e Landon Kopischke ficaram preocupados com o que viram dos colegas de turma. Eles sabiam que James não estava a ser bem tratado. Então, decidiram entrar em cena e convidá-lo para o seu grupo de amigos.

Os meninos disseram que sempre foram ensinados a tratar todos com bondade e respeito, e a maneira como os seus colegas estavam a agir em relação a James não cabia na cabeça deles.

“Ele é mais fácil de se implicar, e aproveitarem-se disso simplesmente não está certo”, disse Jack.

O grupo resolveu começar aos poucos, sentando-se com ele ao almoço e convidando-o a jogar futebol americano durante o recreio. Rapidamente tornaram-se inseparáveis, mudando toda a experiência de James na escola.

“Ele costumava não querer sair para o recreio e agora mal almoça para ir brincar com os novos amigos”, disse a sua mãe, Margi Willmert.

James integrou-se no grupo tão bem que começaram a chamar-se de “gangue do James”. Primeiro, foram unidos pelo amor ao desporto, e depois também por videojogos, em especial os de multijogadores, em que podiam participar todos.

Depois de descobrir que James não tinha nenhuma consola, os jovens juntaram-se e foram comprar uma para ele, com o contributo dos pais.

“Foi um momento em que vamos recordar para o resto da vida”, conta Margi, não apenas porque eles fizeram algo tão querido pelo filho dela, mas também porque foi a primeira vez que James realmente fez amigos. “Ninguém parava de sorrir. Nunca esquecerei isso. Nunca”, acrescentou.

Após a criação do gangue do James, a história deles tornou-se viral e foi contada por várias estações televisivas.

O grupo até foi presenteado ​​com bilhetes para o Minnesota Twins e os Vikings, e o Mall of America doou novas consolas Xbox a todos.

O melhor é que já passaram 5 anos e a amizade deles ainda permanece bem forte, agora no secundo ano do ensino secundário.

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