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Bebé nascida 16 semanas prematura que pesava apenas meio quilo acabou de celebrar o primeiro aniversário

Uma bebé prematura está a ser celebrada como um milagre após ter sobrevivido a nascer 16 semanas mais cedo que o suposto, com apenas 24 semanas.

A filha de Taylor Dobson, Amina, tinha um defeito cardíaco e uma hemorragia cerebral, e para piorar, pesava apenas cerca de meio quilo.

No entanto, esta menina corajosa conseguiu, de alguma forma, ir para casa com os seus pais em Chicago apenas 10 semanas depois.

Taylor relembra todo o processo:

“Na noite antes de a Amina nascer, fui admitida na sala de partos porque estava com contrações, mas os médicos disseram que iam tentar pará-las usando magnésio durante as 24 horas seguintes. Asseguraram-me que aquilo deveria impedir o trabalho de parto de acontecer. Fui admitida por volta das cinco da tarde, e as minhas contrações continuaram a ficar cada vez mais fortes. Às nove da manhã, o meu médico chegou, fez um ultrassom e disse que a Amina estava realmente a querer sair. Disseram-me que eu tinha uma infeção e que era necessário fazer uma cesariana de emergência porque havia risco de lha pegar.”

Amina acabou por nascer sem fazer barulho, e Taylor só rezava para que a sua filha sobrevivesse. Os médicos levaram imediatamente a bebé para a unidade de cuidados neonatais intensivos e ligaram-na a fios e tubos de respiração.

Entretanto, inventaram um método inovador para a manter viva:

“Ela foi colocada num saco de plástico para sanduíches, que ajudou a conservar o calor e a imitar a sensação de estar dentro do ventre”, explicou Taylor.

Nos primeiros três dias, não pôde segurar nem tocar na filha. Só no quarto dia é que Taylor teve finalmente a oportunidade de pegar em Amina.

“Foi o sentimento mais incrível do mundo. A Amina passou 5 dias entubada e ligada às máquinas até passar para uma máquina de respiração chamada CPAP. Foi então que pude segurar nela e fazer contacto pele-a-pele todos os dias. Eu fiz questão de ir ao hospital pelo menos duas – às vezes três ou quatro – vezes por dia. Ela portou-se lindamente nos primeiros dias. Chamam a isso a fase lua de leite, em que as coisas podem parecer muito boas, e depois piorar”, conta Taylor.

Embora Amina tivesse sido diagnosticada com persistência do ducto arterioso – uma válvula no coração que não fecha e um sangramento no cérebro, ambas as doenças se curaram sozinhas.

Quando a menina passou a conseguir respirar sozinha, um mês antes da data prevista para nascer, Amina foi para casa, pesando pouco mais de 1,3 kg, o que foi um progresso excelente.

“Desde que está em casa, a Amina tem vencido em todas as maneiras possíveis. Não precisa de ir ao cardiologista, oftalmologista ou qualquer outro médico especial. É agora tão saudável quanto possível”, conclui Taylor, radiante.

Vamos celebrar o precioso primeiro ano de vida da pequena Amina e rezar para que ela desfrute de uma vida longa, saudável e feliz.

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